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Lunação aquariana e o mês de fevereiro

Fevereiro é mês de libertar, mas sem destruir. Vem descobrir os movimentos gerais do céu ao longo do mês e como eles serão sentidos por nós durante esse período...

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Chegamos na lunação aquariana neste dia 4 de fevereiro. Durante todo esse mês e até o início de março, sentimos esse pulsar criativo, essa energia mais racional e observadora aflorando dentro de nós. A necessidade de romper, de se libertar, de ser livre e desimpedido é natural ao signo de Aquário. Esse fluxo do elemento Ar pede que o nosso foco, ao longo do mês, seja esse: todas as ideias inovadoras, disruptivas e criativas que chegam à nossa mente e que pedem pela quebra de ciclos viciosos, nocivos ou excessivamente enraizados dentro de nós. É natural que percebamos isso; as atividades voltadas às áreas do CONHECIMENTO são facilitadas por essa inteligência e essa tendência a conectar, assimilar, esclarecer. Estamos mais aptos a aprender, esse aprender não se volta só a atividades intelectuais. Todas as áreas da vida viram um grande aprendizado. Os grupos e os amigos ganham uma nova importância, ou no mínimo, um novo destaque. Isso se dá porque o signo de Aquário está relacionado ao COLETIVO. Quando nós nos envolvemos com pessoas que ampliam nossa visão de mundo, ou quando interagimos com grupos que nos fazem sentir parte de algo maior, nós já não nos focamos só nas nossas necessidades, mas nas de todos. Disso tudo advém a importância de estar em grupo. Observar a vida sozinho, fazer anotações mentais e apenas perceber padrões que precisam ser rompidos já não está com nada; é preciso se engajar, se envolver com algo maior, encontrar pessoas que também nos libertem da nossa própria visão unilateral das coisas. Todos os encontros se tornam importantes e, possivelmente, libertadores em algum nível. Apesar de todo esse fluxo criativo, não é preciso dizer que nem tudo é festa. Essa conjunção com Lilith pode ser um ponto ainda mais libertador, da mesma maneira que pode ser destrutivo. As necessidades verdadeiras acabam se confundindo, em algum nível, com nossas próprias mágoas ou ressentimentos. Estamos menos dispostos à submissão, menos dispostos a ouvir e respeitar, menos dispostos a seguir as regras e o padrão coletivo de comportamento... Se não soubermos separar o joio do trigo e lutar pelo que efetivamente precisamos, o tiro pode sair pela culatra; LIBERTAR é quebrar de maneira impessoal, consciente, ponderada - DESTRUIR é quebrar de forma inconsciente, agressiva, pessoal ou egoísta. É tempo de saber separar. No campo das nossas ações, atividades, projetos, Marte permita uma energia direcionada e concisa, que rende frutos. Estamos agitados, mas também repletos de oportunidades para usar todo esse fluxo de energia para coisas que são realmente importantes e que podem trazer resultados. Um mês até bom para iniciar projetos de qualquer tipo, mas com ressalvas. Marte, em Áries, está na sua casa; e se por um lado os aspectos de Júpiter permitem extrair inspiração dos céus e transformá-las em oportunidades para colocar a mão na massa, existem aspectos tensos de Plutão indicam desafios, obstáculos ou medos que precisam ser enfrentados. Os desafios podem ser efetivamente práticos ou podem existir no campo emocional e psíquico; a forma de lidar com esse impasse é equilibrando a energia ativa com a capacidade de encontrar um meio-termo, contornar, dialogar. Não se trata de encarar as coisas de maneira passiva, mas sim de buscar um nível de energia ATIVA que coexista com a paz e com a ponderação. É possível que precisemos engolir alguns sapos, mas antes de cuspi-los de uma só vez em uma reação explosiva, é preferível que lidemos com eles de forma progressiva. Nos nossos relacionamentos, a sensação de ferida advém de Quíron agora. Se trata de uma fase em que todos estamos curando - ou mínimo percebendo a necessidade de curar - feridas antigas, machucados, situações mal-resolvidas. Relações baseadas em empurrar a sujeira para debaixo do tapete podem acabar sendo desfeitas nesse período, marcado fortemente pela regeneração e pelo aprendizado através de algum tipo de dor. Por outro lado, a sensação de liberdade. As relações que vêm ferindo precisam ser encaradas de frente, lidadas da forma que estiver ao nosso alcance; quanto a todas as outras, aquelas relações que apenas agregam, trazem confiança, estrutura e segurança, essas têm tudo para se tornar ainda mais enraizadas e fortalecidas. A ferida que vem sendo curada é acompanhada de uma segurança por todos os relacionamentos - de qualquer ordem que seja - que já são maduros, consistentes, confiáveis. E então, passamos a perceber que o nível de autoconfiança e autovalor pode ser revelado; a segurança que advém desses relacionamentos não apenas nos fazem mais centrados, mas também livres. Afinal, ser livre não é estar sozinho, mas sim estar acompanhado de relacionamentos que não nos anulam. Um mês lunar para libertar, mas sem destruir. Um mês para ter coragem e encarar desafios. Um mês para curar feridas de relacionamentos e aprender através das experiências um novo conceito de parceria, de autoconfiança e de liberdade.

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